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Factores históricos da cegueira

A falta de compreensão e de oportunidades, assim como a negligência para com o cego, remonta aos primórdios de existência do Homem. Durante séculos, as pessoas cegas foram maltratadas e desprezadas pelo meio em que estavam inseridas, levando mesmo algumas sociedades a eliminá-las. O interesse e investimento na vida destas pessoas pela sociedade,a partir da compreensão de que estas poderiam ser educadas e viver independentemente, constatou-se à cerca de 200 anos.
Na China, a cegueira era comum entre aqueles que habitavam no deserto. Ganhavam a vida através da música exercitando o ouvido e a memória.
No Japão, a atitude para com as necessidades dos cegos era mais positiva, procurando-se fomentar a sua independência por meio da música e da poesia. Assistiu-se por isso a uma transformação de muitos cegos em contadores de histórias e historiadores que, divulgavam os grandes feitos do império e perpetuavam a tradição.
No Egipto,verificava-se uma predominância de cegos devido ao clima quente e à poeira.
Na Grécia, algumas pessoas cegas eram veneradas como profetas dado o apuramento dos outros sentidos.
Em Roma,alguns cegos alcançavam uma posição de renome como advogados, músicos e poetas. Contudo, a grande maioria vivia na miséria.
As referências biblicas são provavelmente aquelas que mais contribuem para diluir a imagem do cego, uma vez que a cegueira é sinónimo de escuridão e de pecado, e um símbolo de ignorância e falta de fé. Além disso, é considerada um castigo divino. A cura da cegueira, na Bíblia, está sempre associada à remissão e confissão dos pecados. Segundo alguns investigadores, este facto estará ligado ao pensamento da Antiguidade em relação à cegueira.
Em suma, a história, a literatura, os mitos e as lendas favorecem a falta de cultura e de abertura para com a questão da cegueira, pois transmitem uma ideia de incapacidade das pessoas cegas, quando na realidade esta deveria ser combatida e não tida em conta.

Portugal conquista 11 medalhas no Europeu de desportos para cegos (Atletismo)


Colocado por bfms a 17 Junho, 2009 em Actualidade, Desporto 
Mas quando se falam de Desportos para cegos, o que é de dar muito valor, não se ouve falar em nada ou muito pouco… o que é triste.
Pois bem, fiquem então a saber aqui, que foram conquistadas 11 medalhas no Europeu de desportos para cegos. A notícia abaixo é da autoria SOL:





As 11 medalhas conquistadas – três de ouro, quatro de prata e quatro de bronze – colocaram Portugal no sétimo lugar do ranking de países participantes.
Nuno Gonçalves T11 (cegos totais) conquistou duas medalhas de ouro, nos 5.000 e 1.500 metros, às quais se juntou a conquistado por Luís Gonçalves (T12) nos 400 metros.


Para todos os invisuais participantes no Europeu de desportos para cegos os meus sinceros Parabéns e continuação de bom trabalho!

Gráficos de diversas deficiências em Portugal

 
  

 

Jornal da tarde rtp1 : Apoio aos surdos

 Tomamos a iniciativa de postar este vídeo no blog, como agradecimento  ao Dr. Armando Baltazar e a interprete da Praça da Alegria Dr. Ana Bela Baltazar.Além disso este vídeo contém informações que serão úteis para a compreensão da falta de apoio para com os surdos.


A vida de olhos tapados

Pedro Silva Lima é um jovem normal que se deparou com um obstáculo na sua vida. Um certo dia quando se encontrava no seu local de trabalho sofreu um acidente perdendo a visão...

Música de Andrea Bocelli




Na sequência de o referirmos como uma das personalidades cegas, publicamos um dos seus múltiplos trabalhos intitulado "Vivo por Ella", em parceria com a Sandy.

Reportagem sobre cegos


Reportagem exibida pela UNISC TV que mostra a vida de pessoas cegas. As dificuldades enfrentadas e o caso de um cego que mesmo canhoto aprendeu tocar viola só ouvindo e sentindo as cordas do instrumento.